sexta-feira, 26 de junho de 2015

Paulo Câmara institui Política Estadual de Gestão Documental no Estado de Pernambuco

O Governador Paulo Câmara (PSB) sancionou, nessa terça-feira (23), a Lei 15.529, que institui a Política Estadual de Gestão Documental, com o objetivo de aprimorar o arquivamento, digitalização, catalogação e conservação da documentação produzida pelos órgãos públicos estaduais.
A legislação reforça o papel do Arquivo Público Estadual João Emerenciano (APEJE) como órgão coordenador dessa política e responsável pela gestão e guarda dos acervos de caráter permanente (de valor histórico); e dá à Companhia Editora de Pernambuco (CEPE), com exclusividade, a função da guarda e gestão dos documentos de caráter intermediário (administrativos).
“A lei trará grandes benefícios à preservação da nossa história, porque a história é construída pelos documentos devidamente conservados e acessados pelas gerações”, define Paulo Câmara.
Já o secretário da Casa Civil, Antonio Carlos Figueira, ressalta que documentos anteriormente tutelados por empresas privadas ficarão mais seguros sob a guarda do Estado, além da economia gerada pela execução dessas atividades dentro da estrutura do governo. “Por ano, havia um custo de R$ 15 milhões com empresas de digitalização e arquivamento. Essa é uma redução importante de custos, considerando quadro econômico nacional. Porém, o que é mais importante, com um salto de qualidade”, argumenta.
Para regulamentar a lei e definir os critérios e normas de preservação de ofícios, notas fiscais, decretos, processos e projetos, foi criada uma comissão, formada por especialistas integrantes de órgãos como Casa Civil, Secretaria de Educação, Procuradoria Geral do Estado, CEPE, Arquivo Público, Universidade Federal Rural de Pernambuco, Memorial da Justiça e Instituto Ricardo Brennand. A comissão tem um prazo de 60 dias para apresentar um texto de regulamentação da política.
INVESTIMENTOS – Segundo o presidente da CEPE, Ricardo Leitão, a companhia foi transferida por meio do decreto 41.847 para a Casa Civil. O APEJE, anteriormente ligado à Secretaria de Educação, mantém as mesmas competências e atribuições, com funcionamento na Rua do Imperador, no Centro do Recife. Os servidores da Educação serão cedidos à Casa Civil, com a garantia de seus direitos conforme o estatuto do órgão de origem. Tem, atualmente, capacidade para digitalizar 300 mil documentos por mês e espaço para armazenar 200 mil caixas de documentos, em sua sede, no bairro de Santo Amaro.
Para assumir as novas funções, a CEPE criou uma Superintendência de Digitalização, Guarda e Gestão Documental. “Faremos, nos próximos meses, investimentos na construção de novos galpões compra de novos equipamentos, de forma a fazer da entidade uma referência, em Pernambuco, no arquivamento de documentos público-administrativos”, informa Leitão.
Fonte: http://blogs.ne10.uol.com.br/jamildo/2015/06/24/paulo-camara-institui-politica-estadual-de-gestao-documental/

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

INFORME CSA - Nº 4 – 05/11/


Aberta Consulta Pública sobre o Plano Setorial de Arquivos
O Colegiado Setorial de Arquivos concluiu a minuta do Plano Setorial de Arquivos, integrante do Plano Nacional de Cultura.
Assim, seguindo as orientações do MinC e visando o mais amplo debate possível, lançamos uma consulta pública sobre a minuta do plano aprovada pelo Colegiado Setorial de Arquivos.
A Consulta Pública do Plano Setorial de Arquivos está na plataforma Cultura Digital, aberta até o dia 05 de dezembro, e pode ser acessada no endereço:http://culturadigital.br/arquivo/.
Convidamos todos a contribuir com o fortalecimento e o aperfeiçoamento do Plano Setorial de Arquivos.
Não deixe de participar da Consulta Pública até 05/12!
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CNPC debate processo eleitoral para renovação dos colegiados
Nos próximos dias 10 e 11 de novembro, um Grupo de trabalho do Conselho Nacional de Política Cultural – CNPC irá discutir o processo para escolha dos novos membros dos colegiados setoriais para a próxima gestão.
Após os trabalhos do GT e a partir da 25ª Reunião Plenária do Conselho, de 24 a 26 de novembro, saberemos as regras e prazos para a participação no processo eleitoral.
É fundamental para o setor de Arquivos que todos divulguem e participem da escolha dos representantes para esse importante fórum dentro do MinC.
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Este é o boletim informativo do Colegiado Setorial de Arquivos do Conselho Nacional de Política Cultural.
Edição: Rodrigo Aldeia Duarte
Livre reprodução, citada a fonte.
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segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Estação de trem de Paudalho reabrirá como Arquivo Público Municipal


O prédio da antiga Estação de Paudalho, restaurado pelo Iphan, preserva as mesmas cores na fachada e a coberta de telha canal

Foto: Hélia Scheppa/JC Imagem

O último trem que partiu de Mari, na Zona da Mata paraibana, com destino a Pernambuco, deixou Terezinha na Estação de Paudalho. O ano era 1977 e a moça, carregando uma mala, tinha fugido de casa para encontrar o namorado. Desativada e sem uso, a esplanada que serviu de cenário para os sonhos de Terezinha se deteriorou. Só agora, viúva e avó, ela vê o prédio restaurado.
Aberta ao tráfego em 1881, a Estação de Paudalho, na Mata Norte do Estado, foi recuperada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), mantendo as características do século 19. No local, funcionará o Arquivo Público da cidade. “Vamos firmar um termo de cessão provisória, dando à prefeitura o direito de ocupar a edificação”, diz o superintendente do Iphan, Frederico Almeida.
É a primeira estação do patrimônio ferroviário de Pernambuco a reabrir com essa atividade, informa o historiador Severino Ribeiro, do Arquivo Público Estadual Jordão Emerenciano. O acervo, que estava fechado em caixas, já está higienizado, classificado e pronto para a mudança.
“Bom mesmo, seria a linha férrea ser reativada e a estação voltar a receber passageiros. Mas é melhor ter o arquivo do que o prédio se acabar, como está acontecendo em outros cantos”, declara Terezinha Olindina Paulo de Lima, 65 anos, a paraibana que trocou Mari por Paudalho, há 37 anos. “O trem fez muita falta quando parou de rodar.”
Zeladora na Igreja de Santa Tereza d’Ávila há 23 anos, Terezinha conheceu o futuro marido nas viagens de trem de Mari para o Santuário de São Severino dos Ramos, vilarejo de Paudalho que contava com uma estação ferroviária. Entre uma reza e outra, a romeira apaixonou-se pelo retratista da festa. Depois de quatro anos de namoro, no vaivém da estrada de ferro, largou a família para viver com o rapaz.
“Fiz a última viagem do trem para Paudalho, saindo de Mari. A locomotiva que me trouxe, voltou para a Paraíba e nunca mais retornou”, conta. A Estação de São Severino tampouco existe mais. Do lugar que testemunhou a paixão de Terezinha e Erivaldo José de Lima resta apenas a plataforma de embarque e desembarque de passageiros. As margens dos trilhos são tomadas por barracas de comerciantes.
Fonte: http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/cidades/geral/noticia/2014/10/25/estacao-de-trem-de-paudalho-reabrira-como-arquivo-publico-municipal-152794.php

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Reunião ordinária de 2014


Foi realizado nos dias 8 e 9 de abril de 2014, em Brasília, a reunião ordinária doColegiado Setorial de Arquivos do CNPC e o resultado foi bastante positivo, com a finalização de leitura e aprovação de mais de 60% do Plano Setorial que em breve será disponibilizado para consulta pública.



A previsão é que a primeira versão do Plano Setorial de Arquivo seja concluído em reunião extraordinária a ser marcada no início do segundo semestre após a consulta pública seja entregue para publicação oficial no final do ano.

domingo, 1 de dezembro de 2013

INFORME CSA - CNPC Nº 1 – 18/11/2013


INFORME CSA
Notícias do Colegiado Setorial de Arquivos do CNPC
Nº 1 – 18/11/2013

Inaugurado o Informe CSA
Para melhor divulgar as ações do Colegiado Setorial de Arquivos do Conselho Nacional de Política Cultural e de seus membros, começaremos hoje a divulgar o INFORME CSA.
Os informes serão compostos de notícias e documentos relevantes para o setor de arquivos, a partir das reuniões do colegiado, do plenário do CNPC e das diferentes comissões, grupos de trabalho e demais instâncias em que os membros do colegiado atuem.
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Participação do colegiado de arquivos na III CNC
De 27/11 a 01/12, acontecerá em Brasília a III Conferência Nacional de Cultura, com o tema “Uma política de estado para a cultura: desafios do sistema nacional de cultura”.
No dia 27/11, abertura da conferência, ocorrerá uma reunião extraordinária do Colegiado Setorial de Arquivos, em que os membros debaterão as estratégias do setor para a III CNC e terão agenda com a Ministra da Cultura Marta Suplicy.
Colabore enviando ideias e propostas a serem defendidas durante a III CNC pelos membros do colegiado de arquivos.
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Colegiado de arquivos indica nomes para a III CNC
Na reunião da Comissão Organizadora Nacional da III CNC ficou decidido que os colegiados setoriais do CNPC teriam a prerrogativa de indicar convidados (Com despesas de viagem e estadia por conta do Minc e com direito a voz, sem direito a voto) e observadores (com despesas de alimentação por conta do Minc e sem direito a voz ou voto) para a Conferência. Como forma de garantir a representatividade de grupos minoritários e a diversidade étnica, os colegiados de culturas afro-brasileiras, culturas indígenas e culturas populares indicarão 5 convidados e 4 observadores. Os demais colegiados indicarão 2 convidados e 4 observadores.
Confira os nomes de convidados e observadores indicados pelo colegiado de arquivos:
Convidados:
Heloísa Esser dos Reis – UFG
Charlley Luz – Feed Consultoria e blog Arquivista 2.0
Observadores:
Ana Rosa de Sá Barreto – TST
Kátia Isabelli Melo de Souza – UnB
Pedro César Batista – Escritor
Gustavo Chauvet – Arquivo Público do DF
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Encerrada consulta pública sobre proposta de alteração da Lei de Arquivos
Encerrou-se hoje a consulta pública lançada pelo CONARQ para coletar sugestões para alteração da Lei 8159/1991.
O colegiado de arquivos foi um dos diversos atores que solicitou a extensão do prazo da consulta, inicialmente prevista para encerrar-se em 15/10.
Os membros do colegiado discutiram algumas ideias e posições, mas não construíram uma contribuição coletiva à consulta pública. Contudo, muitos de seus integrantes participaram ativamente da elaboração de sugestões de alteração da legislação em entidades de que fazem parte. Além disso, o Conselheiro titular representante do setorial de arquivos no CNPC enviou uma Carta Aberta ao CONARQ tratando de questões gerais sobre a legislação arquivística.
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Debate sobre política de arquivo e política de cultura na UNIRIO
Nos dias 18 e 19/11 será realizada a XXIVª Jornada Arquivística da UNIRIO (http://www2.unirio.br/unirio/cchs/ppggda/xxiv-jornada-arquivistica-da-unirio-2013).
Dois membros do Colegiado Setorial de Arquivos participarão da mesa “Política Nacional de Arquivos e Política Nacional de Cultura: Fronteiras e interseções”, onde terão a oportunidade de debater as correlações possíveis entre a política de arquivos e o Sistema Nacional de Cultura.

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Documentos em anexo:





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Este é o boletim informativo do Colegiado Setorial de Arquivos do Conselho Nacional de Política Cultural. Edição: Rodrigo Aldeia Duarte. Livre reprodução, citada a fonte.




segunda-feira, 18 de novembro de 2013

EDITAL DE INFRAESTRUTURA DE LABORATÓRIOS DE REPRODUÇÃO DE ACERVOS MEMORIAIS DE INSTITUIÇÕES COMPROMETIDAS COM POLÍTICAS DE DIGITALIZAÇÃO

REDE MEMORIAL e a PETROBRAS tornam público a seleção da 1ª Edição do Prêmio Memorial Digital, com o objetivo de disponibilizar equipamentos de digitalização e treinamento para as instituições dispostas a integrarem ou que já participam da rede nacional de instituições comprometidas com políticas de digitalização e preservação dos acervos memoriais no Brasil – Rede Memorial.
Este prêmio é uma promoção do Instituto Brasiliana (associação privada sem fins lucrativos dedicada à apoiar projetos relevantes para a difusão da cultura brasileira e a formação e conservação de acervos – CNPJ 12.407.057/0001-99), por iniciativa do Comitê Gestor da Rede Memorial e da Secretaria de Políticas Culturais do Ministério da Cultura (“Programa de apoio à digitalização de acervos culturais e históricos no Brasil” – Pronac 12 9073) e com o patrocínio da Petrobras.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Eixo 1 - PRODUÇÃO SIMBÓLICA E DIVERSIDADE CULTURA

ESTRATÉGIAS SETORIAIS

Proposta enviada por Clara Kurtz  e Vinicius Navarro em 22 de outubro de 2013.

EIXO 1: PRODUÇÃO SIMBÓLICA E DIVERSIDADE CULTURAL
Ampliar a representação e a participação do segmento Arquivo na política cultural, afirmando as instituições e acervos arquivísticos públicos e privados como expressão da diversidade simbólica e cultural e como patamar para o desenvolvimento de ações de educação patrimonial.

Meta 6: 50% dos povos e comunidades tradicionais e grupos de culturas populares que estiverem cadastrados no Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais (SNIIC) atendidos por ações de promoção da diversidade cultural.

Diretriz 1- Assegurar fomento para pesquisas que contemplem a produção simbólica, a diversidade cultural no espaço arquivístico e para o desenvolvimento de ações educativo-culturais e formação na área dos arquivos.

Estratégias 1Formar e qualificar profissionais aptos para o desenvolvimento das ações.

Ações:
·         Criar assessorias e treinamentos a equipes (existentes e novas) de pesquisas interdisciplinares nos arquivos para o desenvolvimento de mapeamento, inventário e valorização da produção simbólica e da cultura material de matrizes afro-brasileira, indígena e de imigrantes, visando a sua preservação nos arquivos e divulgação em CDs, DVDs, sites, livros, revistas (online e impressas) e audiovisuais.

DIRETRIZ 2- Incentivar o acesso ao patrimônio cultural, por meio de políticas públicas, valorizando a diversidade cultural, de forma que a cultura seja considerada um direito social básico, sendo o Estado o responsável por propiciar o diálogo entre e com os profissionais e a comunidade. 

Estratégia 1- Reconhecer e registrar as diversas manifestações culturais das regiões.

Ações:
·         Contratar equipes locais e regionais interdisciplinares para identificação e registro das diversidades.
·         Capacitar comunidades para o reconhecimento e registro da significação de suas culturas.

Meta10: Aumento em 15% do impacto dos aspectos culturais na média nacional de  competitividade dos destinos turísticos brasileiros.

Estratégia 1- Reconhecer os arquivos como local de cultura e memória.

Ações:
·         Realizar eventos e exposições sobre diversidade cultural em conjunto com as entidades de turismo do município.
·         Colocar os arquivos na rota dos programas turísticos municipais e regionais.


Meta 13: 20 mil professores de Arte de escolas públicas com formação continuada.

Estratégia 1- Proporcionar aperfeiçoamento profissional a professores de arte do ensino médio em escolas públicas.

Ações:
·         Criar programa de formação continuada  para professores do ensino médio, com conteúdos de arte e cultura brasileira, incluindo a diversidade cultural como um dos seus focos
·         Divulgar nas escolas públicas, os programas de educação patrimonial, desenvolvidos pelos arquivos, incluindo os arquivos nas atividades escolares extra-classe.

Meta 14: 100 mil escolas públicas de Educação Básica desenvolvendo permanentemente atividades de arte e cultura.
Estratégia 1- Oferecer atividades de arte e cultura nas escolas públicas, em horário complementar ao turno escolar.

Ações:
·         Incluir os arquivos nas visitas escolares especialmente, por meios de programas de educação patrimonial.
·         Oferecer oficinas de arte e cultura, como danças regionais, pintura, encadernação, confecção de papel artesanal, etc

Meta 23:  15 mil Pontos de Cultura em funcionamento, compartilhados entre o Governo Federal, as Unidades da Federação (UFs) e os municípios integrantes do Sistema Nacional de cultura (SNC).
Estratégia 1- Incentivar  a utilização dos arquivos públicos como pontos de cultura.

Ações:
·         dotar os arquivos públicos com verbas para instalação e manutenção de pontos de cultura.
·         Possibilitar as condições  adequadas para conservação dos espaços físicos dos arquivos para garantir a participação dos cidadãos na vida da comunidade.


Meta 28: Aumento em 60% do número de pessoas que frequentam museu, centro cultural, cinema, espetáculos de teatro,  circo, dança e música.

Estratégia 1- Promover a inclusão social e atrair grupos sociais diferenciados para os arquivos.

Ações:
·         Desenvolver programas culturais para toda a comunidade.
·         Desenvolver ações educativas voltadas à comunidade.
·         Criar espaços físicos para apresentação das manifestações culturais de grupos menos favorecidos e reconhecidos pelos poderes públicos.
·         Incluir os arquivos no rol de espaços culturais.


Meta 29: 100% de bibliotecas públicas, museus, cinemas, arquivos públicos e centros culturais atendendo aos requisitos legais de acessibilidade e desenvolvendo ações de promoção da fruição cultural por parte das pessoas com deficiência.

Estratégia 1-Promover acessibilidade de pessoas com deficiência.

Ações:
·         Desenvolver programas e ações educativas voltadas a pessoas com deficiência.
·         Assegurar estrutura física da Instituição a pessoas físicas com deficiência.

sábado, 14 de setembro de 2013

3ª Conferência Estadual de Cultura de Pernambuco

O encontro acontece entre os dias 25 e 27 de setembro em Gravatá para discutir a gestão da cultura pernambucana e eleger os representantes para a Conferência Nacional
Divulgação
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Marcado para a última semana de setembro, de 25 a 27, o encontro reunirá delegados eleitos nas Conferências Municipais de Cultura e representantes natos. Durante o encontro, serão escolhidos por votação os representantes de Pernambuco na III Conferência Nacional de Cultura, marcada para acontecer entre 26 e 29 de novembro.

Com o tema "Uma política de estado para a cultura: desafios do Sistema Nacional de Cultura", a conferência pernambucana vai reunir representantes de todas as regiões de Pernambuco para traçar metas e objetivos da gestão cultural no estado e nas cidades.

O encontro será organizado em quatro eixos: Implementação do Sistema Estadual de Cultura; Produção simbólica e diversidade cultural; Cultura e cidadania; e Cultura e desenvolvimento.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Esboço para objetivos, estratégias e ações do Eixo IV



Segue abaixo o rascunho inicial de objetivos, estratégias e ações apresentado na última reunião do Colegiado, na Fundação Casa de Rui Barbosa.

Essa é a "versão bruta", sem modificações, conforme solicitado pelos demais membros do Colegiado. Sugiro a todos os demais membros e quaisquer outros interessados que façam comentários e sugiram mais objetivos, estratégias e ações para este e para outros eixos, para que possamos ir dando um formato a nossa proposta de Plano Nacional Setorial de Arquivos.

Além disso, é importante que façamos uma boa distinção entre o que são objetivos mais gerais, estratégias específicas e ações e metas pontuais e quantificáveis.

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Diretriz 1 : Garantir recursos para a criação e manutenção do Fundo Setorial de Arquivos em âmbito federal, estadual, municipal e distrital, para a promoção de políticas públicas que reconheçam e assegurem a função social dos arquivos

Estratégia 01: Criar um Fundo Nacional de Fomento aos Arquivos Públicos.

Ações:

Meta quantitativa:
Meta temporal:

Estratégia 02: Incentivar os estados e municípios a criar alternativas de fomento e financiamento de museus, em complementaridade às linhas de financiamento da União.

Ações:

• Elaboração de legislações estaduais, distrital e municipais voltadas para os arquivos.
Meta quantitativa:
Meta temporal:

Meta quantitativa:
Meta temporal:

DIRETRIZ 2: Mobilizar a comunidade, profissionais e pesquisadores para as discussões referentes às políticas para o desenvolvimento dos arquivos, centros de documentação e espaços de memória.

Estratégia 01: Assegurar a realização das Conferências Nacional, Estaduais, Regionais e Municipais de arquivos.

Ações:

Meta quantitativa:
Meta temporal:

Estratégia 02: Incentivar a ação de associações de amigos junto aos arquivos, centros de documentação e espaços de memória.

Ações:

• Criar e fortalecer associações de amigos dos arquivos que auxiliem na captação e geração de recursos, realizando atividades e eventos diversificado.
Meta quantitativa:
Meta temporal:

Meta quantitativa:
Meta temporal:

DIRETRIZ 3: Evidenciar a necessidade dos programas de financiamento a projetos para o setor de arquivos.

Estratégia 01:

Ações: Ampliar as políticas de editais na área de arquivos, adequando-as às diversidades regionais, possibilitando maior descentralização dos recursos e reconhecendo o “custo amazônico”.

Meta quantitativa:
Meta temporal:

Meta quantitativa:
Meta temporal:

Estratégia 02: Identificar o arquivo como equipamento cultural capaz de estimular e contribuir para o desenvolvimento de empresas criativas e dos agentes criadores, ampliando e tornando mais eficiente o mercado de bens e serviços culturais, com sustentabilidade econômica e ganhos sociais.

Ações:

• Elaborar projetos que possam gerar trabalho, emprego e renda, capazes de propiciar oportunidades de inclusão social, em particular para jovens e minorias.
Meta quantitativa:
Meta temporal:

Meta quantitativa:
Meta temporal:

DIRETRIZ 4: Incentivar o desenvolvimento de políticas públicas, projetos e atividades que contribuam para a integração dos arquivos às comunidades, de modo a promover a geração de emprego e renda e pautadas em produtos e serviços que aproveitem potencialidades, saberes e fazeres locais.

Estratégia 01: Construir parcerias com órgãos públicos e iniciativa privada para formação de agentes culturais.

Ações:

• Capacitar as comunidades com recursos humanos e de infra-estrutura para elaboração e gestão de projetos.
Meta quantitativa:
Meta temporal:

Estratégia 02: Promover campanha junto aos setores competentes para reduzir a carga tributária incidente sobre as empresas de prestação de serviços técnicos na área de arquivos.

Ações:

Meta quantitativa:
Meta temporal:

Estratégia 03: Criar mecanismos de sustentabilidade para os arquivos, que possam ser geradores de renda para a comunidade e de receita para os museus, garantindo diferentes formas de captação de recursos e impulsionando a cadeia produtiva do setor.

Ações:

• Promover a instalação de lojas, cafés, livrarias e a cessão de espaço para eventos em arquivos.
Meta quantitativa:
Meta temporal:

• Promover, no âmbito dos arquivos e centros de documentação, cursos profissionalizantes, estágios técnicos, oficinas, seminários e demais meios de capacitação, abertos à comunidade e com foco na inclusão social e na inserção no mercado de trabalho.
Meta quantitativa:
Meta temporal:

Meta quantitativa:
Meta temporal:

Estratégia 04: Inclusão de equipamentos necessários à preservação de documentos arquivísticos na lista do ex-tarifário, para redução de impostos de importação.

Ações:

Meta quantitativa:
Meta temporal:

Estratégia 05: Estimular a aproximação dos arquivos com o cooperativismo, na busca de sinergias para financiamento de ações e projetos afins.

Ações:

Meta quantitativa:
Meta temporal:

Estratégia 06: Capacitar os produtores culturais das comunidades, considerando os aspectos culturais regionais específicos.

Ações:

Meta quantitativa:
Meta temporal:


DIRETRIZ 5: Garantir programas específicos de capacitação e qualificação de recursos humanos voltados para o trabalho e a pesquisa no setor de arquivos

Estratégia 01: Estimular a criação de cursos de qualificação e graduação para o setor de arquivos, incluindo pós-graduação em Economia da Cultura.

Ações:

Meta quantitativa:
Meta temporal:

Estratégia 02: Criar um programa de formação, visando qualificar e capacitar trabalhadores de arquivos para a elaboração, gestão, execução e prestação de contas de projetos financiados.

Ações:

Meta quantitativa:
Meta temporal:

• Articular a alteração nas grades curriculares dos cursos de Arquivologia, para incluir disciplinas relacionadas à economia criativa, com ênfase especial em gestão de projetos.
Meta quantitativa: 100% dos cursos de Arquivologia existentes, disponibilizando disciplina relacionada à economia criativa.
Meta temporal: 05 anos.


Estratégia 03: Desenvolver cursos de capacitação de gestores para a área arquivística.

Ações:

Meta quantitativa:
Meta temporal:

Estratégia 04: Implementar políticas de fomento à pesquisa, formação, produção e difusão do conhecimento específicas para os arquivos.

Ações:

Meta quantitativa:
Meta temporal:

DIRETRIZ 6: Propor a realização periódica de concursos públicos, em âmbito federal, estadual, distrital e municipal, para profissionais da área de arquivos

Estratégia 01: Propor a criação de cargos de nível superior para arquivista nos âmbitos federal, estadual, distrital e municipal, bem como cargos técnicos nos mesmos âmbitos.

Ações:

• Estimular instituições como Senai, Ifet, Sesc e Etepam a criar cursos profissionalizantes de nível técnico na área de arquivos.
Meta quantitativa:
Meta temporal:

• Estimular a criação de cursos de formação continuada para profissionais da área de arquivos.
Meta quantitativa:
Meta temporal:

Meta quantitativa:
Meta temporal:

DIRETRIZ 7: Ampliar parcerias entre os arquivos e o setor turístico, propiciando a inclusão, o respeito e a valorização da diversidade cultural.

Estratégia 01: Conscientizar o setor turístico sobre o potencial da participação dos arquivos na cadeia produtiva do turismo.

Ações:

• Articular, junto a instituições públicas e privadas, a inserção dos arquivos nos roteiros turísticos.
Meta quantitativa:
Meta temporal:

Meta quantitativa:
Meta temporal:

Estratégia 02: Viabilizar estratégias para garantia da inserção do legado cultural, em especial na área de memória, patrimônio e arquivos, nos projetos de financiamento para os mega- eventos, como a Copa 2014 e as Olimpíadas de 2016.

Ações:

• Sensibilizar órgãos e instituições governamentais e privadas sobre a importância dos arquivos como espaços a serem valorizados e visitados durante a realização destes mega eventos.
Meta quantitativa:
Meta temporal:

• Incentivar a criação de linhas de financiamento, nos programas previstos, para modernização e infra-estrutura dos arquivos, no sentido de atender o público a ser recebido durante a realização dos mega-eventos.
Meta quantitativa:
Meta temporal:

Meta quantitativa:
Meta temporal: